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Numa altura em que já decorre a Trienal de Arquitectura, acaba de sair na revista Smart Cities – um projecto que tem vindo a afirmar-se como ampla reflexão sobre a sustentabilidade, também cultural, das cidades – a segunda e última parte de um extenso artigo sobre a Bienal de Arquitectura de Veneza. No texto, Mário Caeiro dá nota de como países como a Austrália, o Canadá, a Holanda, o Montenegro, a Áustria ou a Alemanha quiseram comunicar a sua identidade no certame. 

Uma ideia sintetiza o artigo ‘Bienal de Veneza – Volta ao mundo em oito pavilhões’: Sim, precisamos de holismo. Mas não vai ser o holismo dos nossos avós. Neste holismo, o holismo do presente, o todo é sempre menos que a soma das partes. Estas palavras do filósofo Timothy Morton, proposta no quadro da representação (inédita) dos Países Bálticos, projecta o horizonte de um novo tipo de realismo projectual, ao mesmo tempo ‘hands on’ e atento aos maus complexos sistemas que nos envolvem, ao mesmo tempo crítico e optimista (apesar de tudo).

Para uma visita guiada a vários dos pavilhões (a poucos dias do encerramento), é conferir a série de notícias publicadas apenas online pela Smart Cities.