Vale a pena consultar e analisar a posição de Portugal face ao uso das estatísticas culturais para melhorar a gestão de museus. Em número de estudos de públicos, indica-se um, apenas, e outros aplicados a situações “concretas”. Salvo raras excepções, as mesmas só são usadas para “melhorar” a elaboração de políticas culturais de valorização do património, não se traduzindo, por isso mesmo, em qualquer medida concreta. “No consta”, portanto.

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