Excerto do filme “O Tambor de Lata” de Volker Schlöndorff.(1979), baseada na primeira obra de Günter Grass.

E este artigo no Público de Jorge Almeida Fernandes:

“O paradoxo é que ele encarnou o combate para libertar a palavra sobre o III Reich, encerrando-se ele próprio na mentira durante 60 anos. E esta contradição entre os discurso e os actos obriga a repensar a complexidade da memória do nazismo na Alemanha.”