Não é em euros que se mede a relevância artística, histórica ou “cultural” de uma obra de arte, mas se concedermos entrar no exercício, as 85 obras de Miró valem entre 35 a 53 milhões de Euros.  Considera a DGPC, no entanto, que estas obras não  “são suficientemente relevantes para serem classificadas”, ao mesmo tempo que a sociedade pública (?) que as gere, recusa a sua exposição pública.

A informação na TSF para ler aqui.

“Quatro peças da coleção Miró ultrapassaram o prazo em outubro do ano passado, mas a DGPC considerou que não eram suficientemente relevantes para serem classificadas.

As empresas Parvalorem e Parups, presididas por Francisco Nogueira Leite, têm reafirmado a intenção da venda das 85 obras – embora não tenha sido marcada nova data de leilão – e mantêm a recusa da sua exposição pública, invocando as «questões judiciais pendentes».”