Há dois dados relevantes neste destaque: o primeiro é que a Metropolitan Opera tem uma base de dados aberta ao público ininterrupta quase desde o século XIX; o segundo, é que através da sua análise podemos, de facto, compreender a sua programação.

Os 10 gráficos são construídos por Suby Raman aqui. Uma das conclusões é inequívoca:

male_vs_female

E as outras não deixam de ser menos surpreendentes.