A opinião de António Pinto Ribeiro no Público de hoje. A ler aqui.

“Uma comunidade em devir só se realiza se encontrar os seus processos de emancipação e uma política cultural ajustada. Deve ter o máximo de autonomia — autonomia de programas, autonomia de gestão, autonomia dos equipamentos de cultura que deverão, então, passar a chamar, de facto, equipamentos culturais.”