Mário Vargas Llosa ontem na UNL

“A função do escritor não acaba em escrever bem. Há um compromisso cívico de defesa dos direitos humanos”, afirmou e acrescentou que aquele que escreve deve opor-se a tudo o que ameaça estes direitos, como as ditaduras.

Recordou a sua ligação forte às universidades, desde que foi aluno na Universidad Nacional Mayor de San Marcos, em Lima, até à sua carreira como professor: aí aprendeu “o enorme prazer que produzem as boas leituras”, considerando que “a cultura é a melhor defesa contra a barbárie (…)”

A notícia é do Público da jornalista Catarina Moura e pode ser lida aqui.