Lê-se na notícia do Expresso deste sábado:

“O documento alega que o processo de venda das peças do pintor catalão ‘atropela’ a Lei de Bases do Património Cultural, pois carece de comprovativo da inventariação e classificação dos bens em causa e de uma licença de exportação que só pode ser passada depois da emissão de pareceres especializados favoráveis à sua saída do país pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).  (…) O Expresso sabe que os pareceres foram pedidos a dois especialistas, Pedro Lapa, diretor do Museu Berardo, e David Santos, diretor do Museu do Chiado. Dia 15 de janeiro, os dois entregaram à DGPC pareceres negativos. Mesmo assim, o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, que se negou a fazer qualquer comentário sobre o assunto, manteve a posição defendida pelo primeiro-ministro. Os quadros de Miro “não são uma prioridade”. Prioridade para o Governo é agora torcer para que o tribunal não aceite a providência cautelar para que a venda não seja suspensa.”

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