Modelos de política cultural: como dar resiliência e sustentabilidade à ecologia cultural

Destaque para o artigo de Andrew Horwitz no Guardian de 5 de dezembro questionando o fim anunciado do modelo europeu de política cultural e a promoção de um suposto modelo americano. A questão é central para a construção da coerência das políticas públicas e com a  resiliência e sustentabilidade da “ecologia cultural”.

“As European-style government funding for the arts is unlikely to continue even in Europe, and as the idea of the American model of arts funding is promoted abroad, it seems ever more urgent that we have a conversation about the strengths and weaknesses of arts funding in America and how to bring coherence, sustainability and resilience to the cultural ecology.”

A pergunta que está na base desta reflexão, crítica a visão do artista como empreendedor, estabelecendo um objectivo diferenciado: os artistas querem dinheiro para fazer arte, os empreendedores querem dinheiro para fazer mais dinheiro. Por isso em que é que ficamos?

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