O paradoxo pós-democrático dos tempos que vivemos revela-se no comportamento eleitoral dos cidadãos que se manifestam em tendências opostas simultâneas,  por um lado impondo um afastamento da política, dos partidos e das eleições e, por outro, reclamando uma democracia directa. Este paradoxo tem como pano de fundo a condição pós-nacional, isto é, a fragilidade dos Estados – nação face à globalização económica. Uma análise dos desafios da democracia na Europa nos tempos que correm. Sobre os meios digitais um comentário breve à sua natureza intrusiva. O texto da intervenção de Jürgen Habermas sobre a Democracia na Europa na Gulbenkian no passado dia 28 de Outubro está disponível aqui:

28_10_13Comunicacao_Habermas_DemokratieInEuropa_Lissabon