A novela do “Crivelli gate” continuou na audição de Francisco José Viegas no Parlamento. Este episódio teve como ponto alto uma “batalha jurídica” em torno de diferentes interpretações da lei do património. A ler o resumo aqui, na notícia de Vanessa Rato para o Público.

“Na comissão, que se tornou rapidamente numa batalha jurídica, Viegas citou uma sequência de artigos da Lei 107/2001, conhecida como Lei de Bases do Património, que entendeu justificarem a decisão que tomou em 2012. Contudo, a partir da mesma lei, apenas citando artigos diferentes, a oposição em peso apontou os motivos porque entende que essa decisão não tem qualquer enquadramento legal – os mesmos motivos por que está agora em revogação pelo sucessor de Viegas no também Governo de Passos Coelho.”