tejo9janeiroHoje no jornal i, Tiago Mota Saraiva escreve sobre a proposta de Joana Vasconcelos para a Bienal de Veneza. A ler aqui.

Fica um excerto do texto:

“Soube-se esta semana que a ideia da artista é levar um antigo cacilheiro como “embaixada da cultura portuguesa” decorado com produtos portugueses. Explodiu a polémica. Mário Moura, no seu blogue, descreveu a ideia como um “Cacilheiro Gurmê” e Raquel Varela pergunta “quem paga o cacilheiro podre”.

Contrariamente aos críticos, a ideia parece-me bastante interessante. Esquecendo a apendicite decorativa, se o cacilheiro se for afundando mais depressa que Veneza será uma excelente parábola. Do país, do governo, do respeito pelo trabalho e pelos trabalhadores, da cultura de Estado, das representações nacionais.”