Às 19h, no Grande Auditório da Gulbenkian (repete amanhã às 21h), num programa que inclui o Adágio para Cordas de Samuel Barber e a Sinfonia dos Salmos de Igor Stravinski, o Coro e a Orquestra Gulbenkian, dirigidos pela maestrina Joana Carneiro, interpretarão também um Requiem. O de António Pinho Vargas, uma encomenda da Fundação Gulbenkian, que se reunirá às centenas que atravessam a história da música. Que se reunirá ao mítico de Mozart (“a obra máxima do compositor máximo”, definirá o maestro e compositor Pedro Amaral), ao alemão de Brahms, ao épico de Berlioz, ao Canticles de Stravinski. E ao do oitocentista Domingos Bomtempo, dedicado a Camões, e ao de Fernando Lopes-Graça, ateu, como Pinho Vargas, que trabalhou o texto da liturgia como homenagem às vítimas portuguesas do fascismo.

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